Aqui inicio essa aventura chamada "Destilados Poéticos", onde procuro lançar luz sobre uma parte ou refrão que tenham um sentido filosófico ou estrutura poética, de músicas e poemas consagrados da nossa cultura. É como se colocasse esses poemas e letras de músicas em um alambique e dele saísse a pura cachaça que embriaga nossas almas e as liberta.
domingo, 16 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
sábado, 27 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
domingo, 9 de novembro de 2014
Alambique: Nem Nada
Exerça o seu direito inalienável ao recurso CTRL-C CTRL-V
Nem
nada
Nem
nada
Nem uma voz – que se ouve
Nem uma luz – A iluminar
Nem que há, haverá, haveria e que houve
Nem da boca úmida, um arfar
Nem nada
Da lágrima, o sal
E da saliva, a espuma
E nem todas as cores vão revelar
E nem do ouro - o nobre metal
E, principalmente, ao irrelevante peso da pluma
Nem uma voz – que se ouve
Nem uma luz – A iluminar
Nem que há, haverá, haveria e que houve
Nem da boca úmida, um arfar
Nem nada
Da lágrima, o sal
E da saliva, a espuma
E nem todas as cores vão revelar
E nem do ouro - o nobre metal
E, principalmente, ao irrelevante peso da pluma
sábado, 8 de novembro de 2014
Alambique de casa: O Bufão em seu Labirinto
Exerça o seu direito inalienável ao recurso CTRL-C CTRL-V
O
bufão em seu labirinto
Marcada
em tinta a testa
O bufão se vê às voltas com o soturno
E, confuso, imprime a feição
do único rosto que lhe resta
E veste o dia de Sol
E de estrelas, a noite quando chega
O bufão se vê às voltas com o soturno
E, confuso, imprime a feição
do único rosto que lhe resta
E veste o dia de Sol
E de estrelas, a noite quando chega
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
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